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Pesquisador em Segurança Pública.
Pesquisador em Segurança Pública, Bacharel em Direito, Assessor Jurídico, Autor de "Articulando em Segurança: contrapontos ao desarmamento civil" // Advogado (1998-2002). Analista Judiciário (TJBA, desde 2002). Assessor Jurídico Autárquico (IPRAJ, 2002-2004). Procurador Autárquico (IPRAJ, 2004-2005). Assessor de Desembargador (TJBA, 2005-2007 e 2008-2012). Diretor Geral do TJBA (2007-2008). Assessor Jurídico (TJBA, 2013-2015).
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Michel C.
Michel C.
Comentário · há 2 anos
Apesar de vivermos epidemia de homicídios, apesar de todos os anos dezenas de milhares de pessoas serem assassinadas no Brasil, o que passou a me surpreender mais ao longo dos anos foi a absoluta falta de profissionalismo, de compromisso com a diminuição deste imenso problema, por razões ideológicas.
Apesar de haver montanhas de estudos demonstrando quais são as medidas mais eficientes de redução de criminalidade, como estas medidas não agradam aos mais "progressistas" - que têm representatividade desproporcional em determinados círculos, como o jurídico e o jornalístico - as medidas são apenas ignoradas.
Veja-se, e isto mesmo com comprovação dentro do país.
Essa semana foi divulgado que o Estado de São Paulo conseguiu reduzir os níveis de assassinato, pela primeira vez em décadas, para níveis considerados razoáveis (não alarmantes) pela ONU (menos de 10 a cada 100.000 habitantes). Essa notícia, que deveria ser comemorada, objeto de estudo e divulgação, ganhou pequena menção de algumas horas em alguns portais de notícia, ao passo que questões absolutamente irrelevantes ocupam por dias o noticiário.
Tampouco a metodologia de são Paulo será analisada por juristas ou pela imprensa, já que não é "progressista", já que não repete a falácia de que a pobreza é a maior causa da criminalidade. Não, nada disso ocorrerá, e dezenas de milhares de pessoas que poderiam ser salvas não serão, porque a forma de as salvar não agrada aos "progressistas".
Isso é que me deixa mais pasmo.

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